A necessidade de maior eficiência e de mais sustentabilidade levou a indústria da construção civil a se reinventar nas últimas décadas. Uma das soluções que vem revolucionando o setor são os materiais isotérmicos combinados ao aço, que substituem o concreto armado em fachadas, fechamentos e são também opção de cobertura para qualquer tipo de imóvel, especialmente comerciais e industriais.

Dois exemplos desse material térmico são o poliestireno expandido (EPS), mais antigo, e o poliisocianurato (PIR), este mais moderno e avançado tecnologicamente. Ao serem aplicados entre duas chapas de aço, geralmente do tipo galvalume, formam módulos pré-fabricados que têm a propriedade de impedir a passagem de calor. Dessa forma, mantêm a temperatura ou refrigeração/aquecimento do ambiente interno. 

Á direita, telha isotérmica Ciatel com núcleo em PIR; à esquerda, telha com núcleo em EPS, ou isopor

Mais conhecido e de menor custo, o EPS ainda é muito utilizado nas construções brasileiras, embora a evolução da construção civil faça do PIR um sucessor natural ao trono desse mercado. Maior resistência ao fogo, mais força de isolamento térmico e um acabamento superior somam-se ao fato de que as telhas e painéis de aço PIR integram-se perfeitamente à construção do futuro, na qual uma obra deve ser cada vez mais parecida com uma linha de montagem. 

Essas peças já chegam prontas ao canteiro para serem montadas rapidamente – com encaixes do tipo macho e fêmea -, gerando uma redução substancial no tempo de execução do projeto. E tempo é dinheiro! Além disso, esse sistema construtivo é mais sustentável, pois praticamente elimina o desperdício de material e o uso de água no processo.

Falando especificamente sobre a composição química dos sistemas de isolamento usados atualmente, existem mais algumas razões técnicas que pesam a balança para o lado do PIR, de acordo com especialistas do setor.

Também conhecido como poliiso ou ISO, o poliisocianurato é um plástico termoendurecível, formado através da injeção de uma espuma que se torna rígida e age como potente isolante térmico.

Já o poliestireno, popularmente conhecido como isopor, é resultado da polimerização do estireno em água. O produto final são pérolas de até 3 milímetros de diâmetro, que se destinam à expansão. No processo de transformação, essas pérolas aumentam em até 50 vezes o seu tamanho original, por meio de vapor, fundindo-se e moldando-se em formas diversas.

é uma resina do grupo dos termoplásticos, de fácil flexibilidade ou moldabilidade sob a ação do calor, que a deixa em forma líquida ou pastosa. É a matéria-prima dos copos descartáveis, de lacres de barris de chope e de várias outras peças de uso doméstico, além de embalagens.

Por sua baixa condutividade térmica, o PIR pode-se conservar melhor a temperatura do ambiente com menor espessura da peça, diminuindo o espaço destinado ao isolamento. Para alcançar a mesma capacidade térmica são necessários 80 mm de espessura para o núcleo em EPS, enquanto para o PIR bastam 50 mm.

A alta capacidade termo-isolante aumenta a eficiência energética do imóvel depois de pronto. Isso porque é possível até dispensar o uso de ar condicionado em alguns casos, como locais de pouca circulação de pessoas e equipamentos. 

Uma característica que também faz do poliisocianurato uma opção mais interessante é sua resistência à compressão quase 100% maior que o poliestireno – enquanto o primeiro tem um índice de 150 kPa, o segundo fica em 80 kPa.

PIR traz maior segurança contra incêndio

Mas uma das principais vantagens do PIR está na maior capacidade de resistir ao fogo, uma preocupação e um desafio de engenheiros e arquitetos na concepção de uma construção. Dada sua alta eficiência anti-incêndio, o poliisocianurato se adequa aos rígidos testes de inflamabilidade realizado por companhias seguradoras, incluindo o FM 4880 e o LPS 1181 e 1208. Fator que gera mais segurança e traz junto uma redução nos custos com seguro do imóvel.

Também é resistente à água e à umidade, característica importante da matéria-prima. Isso ocorre porque as placas de poliisocianurato são compostas por 98% de células fechadas. Por isso, o PIR não absorve água. 

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